Janela para o Design – A Especialista

 

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Neste ano a loja A Especialista comemora seus 50 anos de existência e para esta data tão especial decidimos promover a Janela para o Design, a 1° Mostra de Design de Interiores da A Especialista.

São 12 ambientes projetados por profissionais renomados na área de Design de Interiores que estarão disponíveis para visitação em nossas lojas por tempo indeterminado. Todos eles feitos com produtos da loja ou de parceiros, para inspirar o consumidor ao escolher os produtos para sua casa.

Na noite de 23 de Novembro tivemos um coquetel especial com parceiros para o lançamento da Mostra que já está aberta ao público.

Visite a loja e conheça todos os ambientes.

Espie, observe, atreva-se.

Nosso Super Bazar Voltou

Novembro é o mês de preparar sua casa para o final de ano, e para te ajudar nessa missão a A Especialista está promovendo seu super Bazar.

Móveis e Objetos de Design a Preço de Banana!

São diversos produtos com descontos incríveis e qualidade que você só encontra aqui.

Venham conferir!

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Prêmio O ABC da Comunicação – Outside

Na noite de ontem, O ABC da Comunicação premiou em diversas categorias diferentes profissionais e projetos de mídia e comunicação do ABC.

Dentre os concorrentes estava a nossa agencia de publicidade Procriativo, concorrendo em seis categorias.

Uma delas era o melhor uso de eventos especiais, que eles ganharam em segundo lugar com o nosso evento: OUTSIDE – SEGUNDA EDIÇÃO.

Queremos registrar os nossos parabéns, vocês são excelentes. O evento realmente foi incrível!!!

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Conad 2016 – Já se programou?

Já se preparou para conferir o CONAD 2016?

Tire aqui as suas dúvidas!

O Conad – Congresso Nacional de Designers de Interiores reúne centenas de profissionais de todo o Brasil para uma reflexão sobre o exercício da profissão. Uma grande oportunidade para profissionais reciclarem conceitos, conhecerem novas tecnologias e conscientizarem a classe sobre sua importância na sociedade.

Baby Beef e Feng Shui

A Especialista em parceria com o Baby Beef promoveu na noite de ontem uma palestra sobre Feng Shui para as noivas.

As noivas que estão cogitando o badalado restaurante como cenário para o grande momento, receberam dicas de como montar a sua casa para que a fartura e bons fluidos permaneçam nela.

A palestrante, consultora de Feng Shui e designer de interiores Ana Carla Teixera, instruiu as meninas que deixarão o novo lar cheio de energia boa.

Confira alguma fotos:

Profissionais e lojistas prestigiam noite de lançamento profissionais destaque

O lançamento do anuário aconteceu após o III Simpósio Part Club (24.08), ao cair da noite os profissionais e lojistas foram direcionados ao salão do MASP para um coquetel de confraternização e de lançamento do anuário Profissionais Destaque Part Club, um marco e referência de arquitetura e design de interiores.

Confira as fotos:

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Profissionais e lojistas Part Club

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Leornando e Èrica Ceschini e Ligia Oliveira

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Laura Cristina e Lais Soares

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Sérgio Cardoso e Nilce Napoli

Fonte: Blog Part Club

1900 – Evidências Fotográficas do Início do Século

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Nesta terça-feira (9), a DOC Galeria inaugura em São Paulo duas exposições que tratam a fotografia sob diferentes pontos de vista, ambas datadas do início do século passado.

A primeira exposição oferece um panorama sobre a fotografia no início do século XX, entre 1904 e 1908, a partir de cartões postais endereçados para uma pessoa em Recife, Pernambuco, de vários lugares do mundo por um casal desconhecido. Os postais mostram como eram a vida e os habitantes em lugares exóticos ainda nos dias de hoje como Madagascar, Angola, Argélia, Samoa, Sudão, Pérsia [Irã], Palestina, Luanda…

Já a segunda mostra apresenta aos apreciadores da fotografia imagens colecionáveis feitas a partir do estereoscópio, objeto ‘científico’ do início dos século passado. Os estereoscópios são algo único na história da fotografia, um objeto científico, uma obra de arte, um documento sociológico, além de um brinquedo extremamente sedutor. Serão 8 tipos diferentes, cada um com um conjunto de 20 imagens ‘tridemensionais’. Peças raras e colecionáveis.

 

DOC Galeria
Rua Aspicuelta, 145 Vila Madalena – Oeste –
(011) 2592-7922

De 12/08/2016 até 29/08/2016




Fernando Mendes lança móveis inéditos de Sergio Rodrigues

Designer e primo do renomado arquiteto resgata peças históricas em sua própria coleção.


Sergio Rodrigues (Foto: Divulgação)

Antes de vir à cena, a cadeira Gaia era apenas um dos muitos desenhos arquivados no Instituto Sergio Rodrigues, localizado no mesmo endereço,em Botafogo, onde o mestre carioca atuou até 2014, ano de sua morte. “Sergio projetava à mão livre e fez inúmeros esboços, alguns nunca vistos. O da cadeira Gaia, ele rabiscou numa folha de papel A4 na escala 1:5, o que me possibilitou executar o protótipo”, revela Fernando Mendes, designer e primo do renomado arquiteto.

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Croqui (Foto: Eduardo Camara, Araci Queiroz/ LT9/ divulgação)
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CV372 Antena Memoria Cadeira (Foto: Eduardo Camara & Araci Queiroz/LT9/divulgação)

Com 30 anos de vivência profissional ao lado de Sergio, Fernando produz parte desse mobiliário em sua  marcenaria. A poltrona Vivi, outra novidade, ganhou reedição graças a uma foto de 1962, feita para o catálogo da Oca, e também resgatada nos arquivos do instituto, fundado em 2012 para organizar documentos, plantas, croquis, fotografias e correspondências. “Já catalogamos mais de 25 mil itens e digitalizamos cerca de 15 mil. Agora, tudo está disponível para pesquisa”, diz a diretora executiva, Renata Aragão.

CV372 Antena Memoria Fotografia (Foto: Eduardo Camara & Araci Queiroz/LT9/divulgação)
CV372 Antena Memoria Poltrona (Foto: Eduardo Camara & Araci Queiroz/LT9/divulgação)

Além desses exemplares, a linha contempla a escrivaninha Lacerda (1958), concebida para o então governador Carlos Lacerda, a mesa lateral Coringa, numa versão baixa, e a poltrona Renata – estas duas últimas inéditas. “Sergio adorava esse momento: a peça saindo do papel e se materializando. Ficaria feliz de ver essas criações sendo recuperadas”, acredita.

Sergio Rodrigues (Foto: Divulgação)
Sergio Rodrigues (Foto: Divulgação)

Fernando, que incrementa o próprio repertório com cinco novos modelos: a mesa de jantar Didi, o banco Irene, a cadeira Arbatax e duas poltronas, Dina e Aero. “Assim como Sergio, creio na força do desenho à mão, pois o projeto ganha calor à medida que você o aprimora no papel. Rabisquei inúmeras vezes a Aero até chegar ao protótipo.”

Sergio Rodrigues (Foto:  Eduardo Camara & Araci Queiroz/ Divulgação)
CV372 Antena Memoria Poltrona (Foto: Eduardo Camara & Araci Queiroz/LT9/divulgação)
CV372 Antena Memoria Banco (Foto: Eduardo Camara & Araci Queiroz/LT9/divulgação)
Fonte: Site Casa Vogue

Exposição – A Casa

A Casa

Era uma casa muito engraçada. Vinícius de Morais, autor do poema que virou canção , já falava da criação de um espaço que deveria ser o de um lar, mas que é repleto de estranhamento, de elementos faltantes, da própria ausência de praticidade esperada do ambiente doméstico. Mas, apesar de tudo isso, o bordão da letra repete que ela era feita com muito esmero, na rua dos bobos número zero.

Transplantando essa ideia para a arte contemporânea, podemos pensar na exposição A Casa como o compartilhamento desse espírito de estranheza. Ao mesmo tempo, lúdico e dramático, questionando os materiais e formas da construção artística, pensando os limites entre arte e design, a arte contemporânea permite leituras não convencionais e instigantes dos objetos e dos pensamentos acerca do mundo.

Aqui, obras da coleção do MAC USP estão distribuídas não por ordem cronológica ou autoral, mas pela representação dos papéis que cada uma cumpriria em sua função de domesticidade. Essa ordem caseira seria possível, por exemplo, caso o sofá de Regina Silveira fosse feito para sentar, ou a vitrola de Iran do Espírito Santo fosse pensada para tocar discos. Ou ainda as escumadeiras espetadas no cordeiro, de Alex Flemming, fossem feitas para fritar, utilizando para isso o fogão de Alex Vallauri.

 

Mas essa casa muito engraçada não fala de decoração, design ou do funcionamento de um lar, e sim de arte. E, sendo assim, cada elemento dentro dela nos surpreende e contraria as expectativas em relação a um objeto que poderia ser útil mas não o é. Vale a pena lembrar aqui que a arte não vive ao serviço da praticidade. Ao contrário, ela negocia com as coisas do mundo, questionando sua existência e negociando com suas formas de materialização.

A Casa faz parte da pesquisa intitulada Temas da Arte Contemporânea. O estudo leva em conta a ideia de que, durante a história ocidental, até o final da chamada era da arte moderna, em meados do século XX, a sistematização predominante para o ensino e a apresentação da arte era feita cronologicamente, isto é, seguindo uma lógica temporal. Hoje, com o anunciado “fim da arte”, ou melhor, o “fim da história da arte”, as propostas de apreciação e aprendizado podem ser realizadas sob uma variedade de recortes, com temporalidades, temas e enunciados diferentes e muitas vezes justapostos.

Resta ao espectador perceber que nessa casa estranha e engraçada há um consistente esmero na criação de obras que nos fazem justamente repensar o uso e as funções das coisas e do próprio status da arte hoje.

Katia Canton
curadora

MAC USP Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 – São Paulo-SP, Brasil
Horário de funcionamento:
Terça a domingo, 10 às 18 horas
Segundas: fechado

MAM celebra três décadas do Clube de Colecionadores de Gravura com mostra retrospectiva

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Exposição comemorativa exibe todas as obras produzidas, com diferentes orientações e por diversos artistas, desde a sua criação em 1986; curadoria é de Cauê Alves

Desde de 20 de junho, o Museu de Arte Moderna de São Paulo está apresentando a mostra Clube de Gravura: 30 anos, com a exposição das 173 obras produzidas em três décadas por artistas de variados perfis e gerações. Desde 1986, o Clube de Colecionadores de Gravura do MAM cumpre o objetivo de fomentar o colecionismo brasileiro ao permitir que um grande número de interessados possa se associar e adquirir trabalhos de arte, incentivando também a produção artística. Em todos esses anos, o Clube viabilizou a execução de projetos especiais desenvolvidos por artistas convidados e, simultaneamente, ampliou o acervo do museu. Com curadoria de Cauê Alves, também gestor do Clube desde 2006, a mostra é apresentada na Grande Sala.

Durante o percurso expositivo, o público pode apreciar diferentes orientações adotadas pela curadoria nesses 30 anos. “Em 2006 foi realizada uma exposição para celebrar os 20 anos do Clube, então, dessa vez, as obras feitas na última década possuem mais destaque, já que nunca foram expostas, ” explica o curador. Dividida por painéis, a mostra é organizada como se fosse uma biblioteca ou um grande arquivo, lembrando a casa de um colecionador em que algumas paredes são mais cheias, com mais obras lado a lado, e outros contam mais espaço de vazio e respiro, para melhor observação dos trabalhos. Com projeto expográfico do escritório Andrade Morettin, a exposição não é montada em ordem burocrática ou cronológica, mas sim numa relação estilística e harmoniosa, apesar de obras da mesma década estarem próximas.

Na história do Clube, nunca houve uma linha determinada que privilegiasse uma ou outra tendência. Desde o início, foram realizados trabalhos próximos ao abstracionismo lírico e ao construtivismo e, aos poucos, artistas que não tinham a gravura como o campo prioritário também foram convidados. A partir da segunda metade da década de 1990, o museu convidou artistas da geração dos anos 1980, como Ana Tavares, Cláudio Mubarac, Daniel Senise, Fábio Miguez, Leda Catunda, Mônica Nador e Nuno Ramos, já num período mais maduro de produções artísticas. Eles atuaram ao lado de artistas consagrados como Regina Silveira e Evandro Carlos Jardim, nomes fundamentais para o desenvolvimento da gravura no Brasil. “Em 1996, o Clube mudou de orientação: se antes participavam sólidos gravadores, aos poucos os convites foram direcionados àqueles que faziam uso de outros meios, como a pintura ou a escultura”, explica o curador.

Então, interessado em acertar o passo com as discussões da cena contemporânea, que questionava a própria definição de gravura, o MAM assumiu o papel de laboratório e lugar de experimentação e deu liberdade para o desenvolvimento de trabalhos que superassem os limites da linguagem. A fotografia, entre outras novas tecnologias, o carimbo, fundidas com técnicas tradicionais, permitiram a elaboração de uma noção mais híbrida e alargada de gravura. “Desde então, o Clube prioriza uma visão problematizadora do estatuto da gravura e continua a estimular uma produção que privilegia a discussão”, argumenta Alves.

 

Serviço:
Clube de Gravura: 30 anos
Curadoria: Cauê Alves
Local: Grande Sala
De 20 de junho a 21 de agosto
Entrada: R$ 6,00 – gratuita aos domingos